Biden e Trump vencem primárias no estado de Nova Iorque

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De acordo com a agência de notícias Associated Press (AP), com 58% dos votos apurados, Joe Biden conseguiu 91,6% do apoio na corrida democrata. 

Já Trump reuniu 81% dos votos nas primárias republicanas de Nova Iorque, num momento em que 52% dos votos foram contabilizados.

Ambos os candidatos já haviam conseguido os delegados necessários para garantir as nomeações dos seus partidos nas convenções que se realizarão no verão.

Além de Nova Iorque, Biden e Trump, que já não enfrentam adversários com grande visibilidade mediática, venceram facilmente as primárias em Rhode Island, Connecticut e Wisconsin na noite de terça-feira.

A vitória de ambos, embora não seja surpreendente, oferece, no entanto, pistas sobre o entusiasmo entre os eleitores acerca daquela que será uma repetição do cenário eleitoral de 2020, e que deixou a maioria dos norte-americanos desiludida.

Biden tem enfrentado oposição de ativistas que encorajam os democratas a votarem em branco, em protesto pela forma como o atual chefe de Estado tem apoiado Israel na guerra com o movimento islamita palestiniano Hamas na Faixa de Gaza, e alguns críticos republicanos de Trump ainda votam em rivais que já desistiram da corrida eleitoral como forma de manifestarem o seu descontentamento.

Reações críticas

Em Nova Iorque, Steve Wheatley, um republicano de 70 anos, disse à AP que gostaria que houvesse mais candidatos para escolher. O eleitor votou na ex-embaixadora junto à ONU Nikki Haley, embora a candidata já tenha abandonado a competição.

"Precisamos de candidatos mais jovens com ideias novas para concorrer à Presidência", afirmou Wheatley.

Theresa Laabs, uma eleitora de 55 anos de Kenosha, no Wisconsin, contou à AP que a sua família está a sentir o impacto do aumento dos preços dos alimentos e da gasolina, mas indicou que votou em Biden nas primárias democratas porque sente que o Presidente está a trabalhar para aliviar a inflação.

"Entendo que o problema agora é a economia e espero que Joe Biden continue a trabalhar ainda mais nos próximos quatro anos para tentar reduzir os preços e tornar as coisas mais fáceis para as famílias trabalhadoras", disse Laabs.

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