digei de bairro sobre ferramentas 1 + 2: “Não existem limites estéticos para estes exercícios”

1 mes atrás 27

Fotografia: Direitos Reservados

Publicado a: 05/08/2022

Corte e costura.

Fotografia: Direitos Reservados

Publicado a: 05/08/2022

“Mais de quatro décadas depois de começar a animar Festas de Paranhos às Antas, de Nevogilde à Foz, de Lordelo a Matosinhos, de Ramalde ao Bonfim, o digei de bairro decidiu partilhar algumas das caóticas ferramentas que o distinguiram ao longo dos anos.”

Pedro Tenreiro tem um novo projecto nas ruas digitais do Bandcamp. É por lá que podem ouvir ferramentas 1 + 2 e também comprar a edição física (limitada a 25 cópias) em vinil (há 15 na plataforma e 10 à venda na Flur Discos).

Fomos saber um pouco mais sobre estes re-edits com o próprio autor (que este domingo, dia 7 de Agosto, fará um DJ set no Castelo de São Jorge, em Lisboa).



Qual o conceito por trás deste projecto digei de bairro?

As ferramentas são re-edits descomprometidos feitos sem grid, como se fossem em fita, de pedaços de temas que fazem parte da memória e do legado do digei de bairro.

Que referências apontas para este estilo de re-edits?

Não existem limites estéticos para estes exercícios, nem para as manipulações aí expostas. A matéria prima pode ir do pós-punk à proto-electrónica, passando pelo disco, pelo funk, pelo jazz ou por todas as coisas afro. As interferências podem ser mais profundas ou apenas um ou dois cortes, acompanhados de uma mudança de pitch…

Quais os planos para este projecto? Haverá mais ferramentas a caminho?

Serão vários volumes, que irão sair regularmente durante os próximos meses. Sempre peças únicas, cortadas uma a uma e personalizadas manualmente.


pub

Ler artigo completo