DST ganha concurso para construção de cinco centrais fotovoltaicas flutuantes

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A empreitada flutuante, cujo valor ronda os quatro milhões de euros, é em tudo semelhante à já realizada para a EDIA, há quatro anos atrás, no Reservatório de Cuba Este. 

A empresa do Grupo DST que se dedica à área da energia solar, a dstsolar, garantiu nesta segunda-feira, um projeto que passa pela construção de cinco albufeiras e resultante do concurso público EDIA Flutuante.

A empreitada flutuante, cujo valor ronda os quatro milhões de euros, é em tudo semelhante à já realizada para a EDIA, há quatro anos atrás, no Reservatório de Cuba Este.

Este novo projeto contempla cinco albufeiras diferentes: Reservatório de Ferreira, Reservatório 4 Monte Novo, Barragem do Penedrão, Barragem de Pias e Barragem das Almeidas. Ao todo, deverão produzir anualmente “7.9 gigawatts-hora” e evitar “a emissão de 1455 toneladas por ano de dióxido de carbono para a atmosfera”, revela a empresa em comunicado.

Segundo a dstsolar, deverá  estar concluída num prazo de 11 meses e “contará com 7864 módulos fotovoltaicos, 1 455 052 kg/ano de emissões de CO2 evitadas, 4 521,8 kWp de potência instalada e 7 907 892 kWh/ano de energia produzida”.

De acordo com Raúl Cunha, diretor geral da dstsolar, “este novo projeto de solar fotovoltaico flutuante reforça o papel da dstsolar como uma empresa de referência na energia solar em Portugal, atestando a qualidade e o rigor do nosso trabalho”.

Esta operação vai “contribuir para a redução da incidência da luz nos reservatórios, limitando o crescimento de algas e contribuindo decisivamente para a qualidade da água e para a diminuição dos custos com a limpeza de filtros”.

“A cobertura dos reservatórios vai reduzir a evaporação e, por consequente, os custos operacionais da distribuição de água”, é salientado na mesma nota.

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