Europa no vermelho. Juros aliviam. Dólar à espera da inflação nos EUA

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Ao minutoAtualizado há 2 min09h56

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados esta quarta-feira.

há 3 min.09h56

Europa no vermelho, Ibex espanhol aguenta-se com ganhos

As principais praças da Europa ocidental estão a negociar no vermelho, tal como tinham apontado os futuros sobre a região.

A liderar as perdas no índice de referência da região, Stoxx 600, está o setor da tecnologia, juntamente com o industrial. O "benchmark" do Velho Continente recua 0,19% para 435,15 pontos.

Apesar de todo o contexto económico atual, as recomendações de compra de ações das cotadas do Stoxx 600 estão perto do valor mais alto desde 2001, em 56%, de acordo com dados da Bloomberg. Analistas consultados pela agência indicam que estes níveis tipicamente antecedem períodos de quedas como em 2002 e 2003, ou 2008 e 2009, antecipando que este seja um sinal de risco para o mercado acionista.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o lisboeta PSI é o que mais desvaloriza e recua 0,30%, em Amesterdão, o AEX cai 0,17%, o britânico FTSE 100 perde 0,13%, o alemão Dax desvaloriza 0,12% e o italiano FTSEMIB cede 0,06%, juntamente com o francês CAC-40 recua 0,05%.

Em sentido oposto está o madrileno Ibex 35 a subir 0,08%.

há 34 min.09h24

Juros aliviam ligeiramente na Zona Euro

Os juros estão a aliviar ligeiramente na Zona Euro, numa altura em que o mercado acionista da Europa ocidental negoceia maioritariamente em terreno negativo e os investidores podem estar a preferir ativos mais seguros como as obrigações.

A "yield" das Bunds alemãs a dez anos – "benchmark" para o mercado europeu – cede 1,4 pontos base para 0,9%. Os juros italianos com a mesma maturidade são os que mais aliviam e perdem 2,9 pontos base para 2,996%, abaixo do patamar dos 3%.

Na Península Iberica, a "yield" dos juros da dívida espanhola recua 1,9 pontos base para 1,996%. Já a "yield" da dívida portuguesa a dez anos perde 2,2 pontos base para 1,902%.

há 35 min.09h24

Dólar na linha de água à espera da Fed

O dólar está a negociar quase inalterado em relação ao euro, na aproximação de dados que vão dar conta da inflação em julho nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana cede 0,056% face ao euro e 0,09% em relação ao iene. Já o índice do dólar da Bloomberg – que compara a nota verde com 10 divisas rivais – recua 0,12% para 106,245 pontos.

"O mercado vai ficar inicialmente mais entusiasmado por um valor da inflação mais baixo do que mais alto", explica Alan Ruskin, do Deutsche Bank, à CNBC.

Estes dados "também vão jogar com a recente inclinação dos mercados para comprarem ativos de risco e essa vai ser uma consequência negativa para o dólar norte-americano", adiantou o analista.

há 53 min.09h06

Depois de subida durante dois dias ouro cede

O ouro está a desvalorizar, depois de ter subido mais de 1% nos últimos dois dias, numa altura em que os focos se centram na inflação nos Estados Unidos e consequente decisão do banco central do país em relação a uma subida das taxas de juro.

Este metal precioso tem vindo a registar ganhos nas últimas três semanas, numa altura em que aumentam as preocupações com uma desaceleração económica, a que se juntam as tensões vividas no estreito de Taiwan, depois da visita da presidente da Câmara dos Representantes norte-americana, Nancy Pelosi, ao país.

Esta manhã, o ouro recua 0,20% para 1.790,74 dólares por onça, ao passo que a platina cede 0,51% para 932,01 dólares e o paládio perde 1,08% para 2.194,15 dólares.

08h23

Petróleo em baixa, com investidores atentos a oleoduto de Druzhba

O petróleo está a negociar em baixa, numa altura em que as atenções estão viradas para a suspensão da circulação desta matéria-prima no braço sul do oleoduto Druzhba, que passa pela Ucrânia e serve a Europa.

Em causa está a impossibilidade da empresa russa Transneft realizar o pagamento de um imposto de trânsito à empresa ucraniana que controla a infraestrutura, devido às sanções aplicadas pela União Europeia a Moscovo.

A medida deixa assim três países: Hungria, Eslováquia e República Checa sem acesso ao "ouro negro" através deste oleoduto. Em circunstâncias normais a Rússia fornece cerca de 250 mil barris de petróleo através do infraestrutura.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, desce 0,69% para 95,65 dólares por barril.

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, recua 0,84% para 89,74 dólares por barril, estando abaixo do patamar dos 90 dólares. O crude norte-americano atingiu o valor mais baixo em seis meses, com sinais de que a procura de gasolina está a diminuir no país.

Já o gás, negociado em Amesterdão e referência para a Europa está a valorizar 0,77% para 196,5 euros por megawatt-hora (MWh), numa altura em que vários países estão a cortar o consumo desta matéria-prima na antecipação de um inverno onde os níveis de gás natural vão ser inferiores ao habitual.

08h20

Ásia em maré vermelha, com divulgação da inflação na China. Europa aponta para terreno negativo

A Europa está a apontar para uma negociação em terreno negativo, pelo segundo dia consecutivo, depois das negociações na Ásia terem terminado o dia no vermelho.

Esta quarta-feira vai estar em grande plano a divulgação de dados da inflação nos Estados Unidos e que vão permitir compreender o caminho que a Reserva Federal norte-americana vai escolher no que toca à subida das taxas de juro. Os analistas esperam que o valor da inflação em julho seja mais baixo que no mês anterior, mas ainda assim elevado

O índice MSCI Ásia Pacífico registou o valor mais baixo em duas semanas ao tombar 0,9%. A região foi largamente pressionada pelas tecnológicas, depois da Micron Technology se ter tornado a última fabricante de "chips" a alertar para uma diminuição da procura.

China e Hong Kong viveram também quedas, depois de ter sido divulgada a inflação na segunda maior economia do mundo que deu conta de uma subida de 2,7% em termos homólogos - o valor mais elevado em dois anos.

Em Hong Kong, o Hang Seng tombou 2,1%. Já Xangai cedeu 0,4%. No Japão, o Nikkei perdeu 0,7% e o Topix recuou 0,3%. Já na Coreia do Sul, o Kospi desvalorizou 0,7%.

Na Europa, os investidores vão estar a avaliar dados finais da inflação na Alemanha que recuou pelo segundo mês consecutivo em julho para 7,5%, já com as medidas de apoio económico implementadas pelo governo alemão. Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 caem 0,38%, em linha com a Ásia.

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