Lotus Emeya: este elétrico carrega mais rápido que o seu smartphone e já circula nas estradas

1 mes atrás 55

O Lotus Emeya foi lançado no ano passado e foi colocado à venda na China antes do início dos pedidos na UE e no Reino Unido em março deste ano, com entregas entre julho e setembro. Para aumentar o entusiasmo, a marca anunciou agora que o Emeya quebrou um recorde muito importante.

Lotus Emeya elétrico carregamento

Para carregar de 10% a 80% usando carregador público, o Lotus Emeya demora apenas 14 minutos, usando um carregador rápido de 400 kW DC. Esta nova realidade foi validada pela “empresa líder global de consultoria” P3, segundo a Lotus. O Emeya ficou no topo da lista de EVs de carregamento mais rápido do P3.

Este carro elétrico competiu com o Mercedes EQS, BMW i7, Tesla Model Y, Genesis G80, XPeng G9, Hyundai Ioniq 6, Nio ET5 e BYD Atto 3. Nenhum destes carros elétricos está na mesma categoria que o Lotus Emeya, mas ainda assim, os testes foram realizados com estas propostas.

De qualquer forma, e segundo o relatório P3, o Emeya pode atingir uma potência máxima de carregamento de 402 kW, o que por si só é um grande número. A potência média de carregamento foi de 331 kW entre 10% e 80% do estado de carga da bateria.

Lotus Emeya elétrico carregamento

O Lotus Emeya pode supostamente ganhar 310 km de alcance em 10 minutos de carregamento. Isto se ligado a um um carregador DC de 400 kW. Para isso terá de estar em pleno funcionando, e se não existir outro carro elétrico a ser carregado ao mesmo tempo.

Os proprietários da Lotus têm acesso a mais de 700.000 carregadores públicos em 30 países europeus através da rede de carregamento da Bosch. Naturalmente que outros vão ser adicionados a esta rede nos próximos tempos, para a fazer crescer ainda mais.

Com este novo record, a Lotus assume uma posição de destaque única. Ao mesmo tempo, mostra que é possível vencer uma das maiores barreiras associadas à utilização dos carros elétricos. A sua autonomia e, principalmente, o tempo de carregamento são um dos principais argumentos apresentados para estes veículos não serem escolhidos por mais condutores.

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