Norte e Centro com concentrações de pólen elevadas

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24 jun, 2022 - 07:45 • Lusa

Devem evitar-se as atividades ao ar livre quando as concentrações polínicas forem elevadas, segundo a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica.

As regiões do Norte e Centro do continente vão estar, pelo menos, até quinta-feira, com concentrações elevadas e muito elevadas de pólen na atmosfera, segundo a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).

De acordo com o boletim polínico, divulgado pela SPAIC, até dia 30 de junho esperam-se níveis baixos a moderados no sul do continente.

Para o arquipélago de Madeira aguardam-se baixos níveis de pólen na atmosfera e elevados nos Açores.

A SPAIC adianta que em todo o país predominam grãos de pólen provenientes das ervas gramíneas e parietária, que possuem uma elevada capacidade alergénica.

Na região de Lisboa e Setúbal os pólenes encontram-se em níveis moderados, com predomínio das ervas gramíneas e parietária, e da árvore eucalipto.

Já no Porto (região de Entre Douro e Minho), os pólenes estão em níveis muito elevados, destacando-se as ervas gramíneas e parietária e da árvore castanheiro.

Na região de Trás-os-Montes e Alto Douro, os pólenes encontram-se também muito elevados provenientes das ervas gramíneas, parietária e tanchagem, e das árvores oliveira e castanheiro.

Em Coimbra (região da Beira Litoral), os níveis estão igualmente muito elevados e há predomínio dos pólenes das ervas gramíneas e parietária.

Na região da Beira Interior (Castelo Branco), destacam-se os pólenes com níveis elevados das ervas gramíneas e parietária e das árvores oliveira, carvalhos e castanheiro.

Em Évora (região do Alentejo), os pólenes encontram-se em níveis moderados na atmosfera, com predomínio dos pólenes das ervas gramíneas e parietária.

Já na região do Algarve, com níveis moderados, dominam os pólenes das ervas gramíneas e parietária.

Segundo a SPAIC, devem evitar-se as atividades ao ar livre quando as concentrações polínicas forem elevadas. "Passeios no jardim, cortar a relva, campismo ou a prática de desporto na rua, irão aumentar a exposição aos pólenes e o risco para as alergias", acrescenta.

A SPAIC considera ainda que a medicação será a forma mais eficaz de combater os sintomas de alergia, aconselha a consulta de um médico especialista de imunoalergologia para o diagnóstico correto e prescrição da medicação mais adequada e alerta que a prevenção "poderá passar pela realização de vacinas antialérgicas".

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