Samsung supera TSMC e fabricará as gráficas Nvidia GeForce RTX 50 em 3 nm

2 semanas atrás 31

A tensão na indústria tecnológica é cada vez mais notória dia após dia. Não é novidade para ninguém que há uma forte rivalidade entre as mais poderosas fabricantes do mundo, nomeadamente a Intel, Samsung e TSMC, mas a disputa entre estas duas últimas tem-se verificado com mais intensidade.

Desta forma, depois de as últimas notícias mostrarem um avanço da empresa taiwanesa, agora sabemos que a Samsung terá ganho a confiança da Nvidia e vai fabricar as próximas placas gráficas da linha GeForce RTX 50 através de chips de 3 nm.

Samsung vai fabricar as próximas GeForce RTX 50 com chips de 3 nm

A Samsung deu o pontapé de saída e foi a primeira a lançar os seus chips produzidos num processo de 3 nm, superando assim a rival TSMC. E a partir daqui as notícias da competição entre as duas gigantes da indústria tecnológica têm sido uma constante.

Mais recentemente informámos que a TSMC iria fornecer a Tesla com os seus chips de condução autónoma, mas agora o jogo voltou a mudar com as novidades do setor. Isto porque as últimas informações avançadas pelo canal Korea Economic Daily mostram que agora a Samsung voltou a ganhar terreno importante e vai ser a fabricante das próximas placas gráficas GeForce RTX 50 da Nvidia com chips de 3 nm. Para além da Nvidia, os detalhes mostram que também a Qualcomm e a IBM vão passar a ter a sua produção nas linhas de montagem da empresa sulcoreana.

Esta informação chega depois que foram relatados alguns problemas nos chips de 3 nm da Samsung, nomeadamente ao nível da sua baixa taxa de desempenho. Mas, aparentemente, tal já estará solucionado.

Assim, a Samsung vai usar os seus chips GAA de 3 nm para fabricar as próximas GPUs RTX 50 da Nvidia, os novos processadores da IBM, os futuros SoCs da Qualcomm e ainda chips de Inteligência Artificial da Baidu. São assim 4 nomes de peso que batem na porta da fabricante sulcoreana, ignorando a da taiwanesa TSMC.

Está assim interessante de ver este cenário na indústria tecnológica, embora muitos também apontem o dedo aos conflitos políticos para este fenómeno.

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