Acelerador 'avariado' trava progressão de professores

1 mes atrás 25

A aplicação do decreto-lei n.º 74/2023, destinado a compensar os professores pelo congelamento do tempo de serviço, está a ser muito contestada, devido a erros na plataforma eletrónica criada para o efeito, e também na interpretação dada pelas direções das escolas.As indicações da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) às escolas sobre o acelerador de carreira é também contestada, havendo professores que perdem centenas de dias de tempo de serviço. “Alguns dos problemas são das escolas, mas a maior parte parece ser da própria aplicação da DGAE, que não teve em consideração todas as situações, sendo algumas outras inexplicáveis. Não sabemos se será um erro no próprio algoritmo”, afirmou ao CM Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof.A organização sindical enviou um ofício ao Ministério da Educação para que os problemas sejam resolvidos “num curto espaço de tempo, garantindo as progressões ainda em março”. A Fenprof lembra que há docentes que esperam pelos efeitos do acelerador há 1 ano.

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