Núñez Feijóo agita o seu partido com reviravoltas sobre independentismo catalão

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Controlo preventivo de danos futuros poderia ser a explicação mais lógica para a intempestiva e inexplicada mudança de critério da direção do Partido Popular (PP, centro-direita, maior força da oposição) sobre o tratamento político a dar ao independentismo catalão. Os dirigentes populares reconheceram que estudaram, após as legislativas de 23 de julho de 2023, a viabilidade de uma amnistia para os implicados no processo separatista, e que estariam dispostos a analisar a hipótese de indulto condicionado ao fugitivo ex-presidente catalão Carles Puigdemont, numa procura de “reconciliação” da Catalunha com o resto do Estado espanhol.

O PP assume também que será “muito improvável” Puigdemont ser acusado de delitos de terrorismo, excluídos d futura amnistia, dada a dificuldade de provar a sua ligação aos atos violentos de 2019 em diversas cidades catalãs, em protesto contra sentenças em que o Tribunal Supremo condenou os envolvidos no processo separatista de outubro de 2017.

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